quarta-feira, 24 de agosto de 2022
sexta-feira, 26 de março de 2021
Vôlei Bernard Rajzman
Bernard Rajzman (Rio de Janeiro, 25 de abril de 1957) é um ex-jogador de voleibol brasileiro.
Aos onze anos de idade, entrou para o Fluminense jogando basquete, mas passou para o voleibol devido a sua baixa estatura. Estreou com dezessete anos na Seleção Brasileira e foi um grande nome da geração de prata nas Olimpíadas de Los Angeles em 1984. ganhou sete sul-americanos, um título Pan-Americano, a medalha de prata no Mundial de 1982 e a de bronze na Copa do Mundo de 1981.
Sacudiu os estádios com o saque Jornada nas Estrelas, jogada que adaptou do voleibol de areia, que consistia em lançar a bola para uma altura infinita, com força e efeito, dificultando a recepção do adversário.
Bernard Rajzman saiu do voleibol e, como que dando prosseguimento a uma missão ainda inacabada, entrou para a política.
Em 1991, devido a sua demonstração de ilibada conduta como atleta exemplar que fora, o então presidente da República, Fernando Collor de Melo, convidou-o para substituir Arthur Antunes Coimbra, o Zico, na Secretaria Nacional de Desportes do Governo Federal — cargo que atualmente corresponde ao de Ministro do Esporte e Turismo.
Em 1991, participou da criação da Comissão Nacional de Atletas do Ministério do Esporte e Turismo (MET), criada para atender às reivindicações dos atletas junto ao Ex.mo Sr. Presidente da República, sendo designado como Membro. Mais tarde, por méritos pessoais e votação dos demais atletas, foi indicado para a presidência, cargo que ocupa até hoje. A Comissão Nacional de Atletas, criada em dezembro de 2000, pela Portaria n.o 127, é formada por 25 personalidades esportivas. Em 2002, foi indicado também para a vice-presidência do Tribunal de Justiça Desportiva da Associação Brasileira de Desportos em Cadeira de Rodas (ABRADECAR).
Tendo se entusiasmado com a importância da atividade de dirigente, Bernard lançou-se na carreira política, inicialmente candidatando-se à Vereador e posteriormente à Deputado Estadual.
Atualmente, Bernard é membro do COMITÊ OLÍMPICO BRASILEIRO (COB), membro da CÂMARA SETORIAL DOS ESPORTES (Coordenador do Desenvolvimento Esportivo), e PRESIDENTE DA COMISSÃO NACIONAL DE ATLETAS, que é composta por 21 membros do COMITÊ OLÍMPICO BRASILEIRO (COB), e 5 membros do COMITÊ PARAOLÍMPICO BRASILEIRO (CPB).
Destaques
·Campeão Sul-americano (1973, 1975, 1977, 1981, 1983 e 1987)
·Vice-campeão Mundial de Vôlei 1982
·Medalha de Ouro no Pan-Americano 1983
·Medalha de Prata na Olimpíada de Los Angeles 1984
·Vice-Campeonato Mundial de Vôlei de Praia em 1988.
·Vice-campeão Mundial de Vôlei 1982
·Medalha de Ouro no Pan-Americano 1983
·Medalha de Prata na Olimpíada de Los Angeles 1984
·Vice-Campeonato Mundial de Vôlei de Praia em 1988.
Condecorações
·Ordem do Rio Branco
·Ordem do Mérito Desportivo
·Ordem do Mérito Aeronáutico
·Ordem do Mérito Forças-Armadas
·Ordem do Mérito Olímpico
·Em 27 outubro de 2005, foi o primeiro brasileiro indicado para integrar o Hall of Fame do vôlei mundial em Massachussets, Estados Unidos.
Fonte: wikipedia
Vôlei Paraolímpico
Em 1948, Sr Ludwig Guttmann organizou uma competição envolvendo veteranos da II Guerra Mundial com lesões na medula; Em 1952 juntaram-se a esses jogos competidores dos Países Baixos, desse modo internacionalizando o evento.
Os primeiros jogos para atletas com deficiências organizados à imagem dos Jogos Olímpicos realizaram-se em Roma, em 1960, e ficaram conhecidos como Jogos Paraolímpicos. Os primeiros Jogos Paraolímpicos de Inverno realizaram-se em Örnsköldsvik, na Suécia, em 1976.
A partir de 19 de Junho de 2001, foi assinado um acordo entre o Comité Olímpico Internacional e o Comité Paraolímpico Internacional que determina que os Jogos Paraolímpicos serão realizados em paralelo com os Jogos Olímpicos.
Em 2000, os deficientes mentais foram excluídos dos jogos por causas de denúncias de fraudes na escalação dos atletas. Na época, um jornalista se infiltrou na equipe de basquetebol da Espanha, e descobriu que atletas sem deficiência eram escalados, inclusive o próprio jornalista foi escalado entre os jogadores.
Havia muita dificuldade em definir o que seria "deficiência mental" já que os critérios não são bem definidos. Na última assembléia geral do Comité Paraolímpico Internacional em Cairo no Egito em 2004, foi aprovada a resolução que permitia novamente a participação de portadores de deficiência mental nos jogos.
Os últimos Jogos Paraolímpicos foram realizados em Pequim, na China, em 2008.
O vôlei entrou no programa em Arnhem, em 1980, com 90% das regras básicas do vôlei tradicional. A grande diferença é que este é disputado com o atleta sentado no campo de 10x6 metros, com uma rede de 1.15 metros de altura. Cada equipe pode ter 12 jogadores inscritos, nas categorias masculina e feminina.
Vôlei - de Praia
O voleibol de praia evoluiu a partir dos jogos de voleibol disputados socialmente nas praias de Santa Mónica na Califórnia, EUA, na década de 1920, tendo chegado à Europa na década seguinte. Na década de 1940, disputavam-se dois torneios amadores nas praias de Santa Mónica onde mais tarde se tentou, sem sucesso, começar um campeonato profissional. Ainda em Santa Mónica, durante a década de 1970 começaram a realizar-se alguns torneios profissionais, patrocinados por empresas de cerveja e cigarros.
Em 1996, nos Jogos Olímpicos de Atlanta, o voleibol de praia passou a integrar o programa Jogos Olímpicos. Na categoria feminina, a primeira medalha de ouro na modalidade foi conquistada por uma dupla brasileira, Jacqueline Silva e Sandra Pires, tendo como vice-campeãs as também brasileiras Mônica Rodrigues e Adriana Samuel. A dupla de portugueses Miguel Maia e João Brenha conseguiu duas quartas posições consecutivas, nos jogos de 1996 e de 2000.
Vôlei Regras
Para se jogar voleibol são necessários 12 jogadores divididos igualmente em duas equipes de seis jogadores cada. As equipes são divididas por uma rede que fica no centro da quadra. É necessário uma bola. O jogo começa com um dos times que devem "sacar". Logo depois do saque a bola deve ultrapassar a rede e seguir ao campo do adversário onde os jogadores tentam evitar que a bola caia no seu campo usando qualquer parte do corpo (antes só era válido usar membros da cintura para cima, mas as regras foram mudadas). O jogador pode rebater a bola para que ela passe para o campo adversário sendo permitidos dar três toques na bola antes que ela passe, sempre alternando os jogadores que dão os toques. Caso a bola caia é ponto do time adversário.
Outra regra importante é que durante o jogo os jogadores não podem encostar na fita branca acima da rede. O mesmo jogador não pode dar 2 ou mais toques seguidos na bola.
Campo de Voleibol
As partidas de voleibol são confrontos envolvendo duas equipes disputados em ginásio coberto. O campo mede 18 metros de comprimento por 9 de largura, e é dividido por uma linha central em dois quadrados com lados de nove metros que constituem as quadras de cada time. O objetivo principal é conquistar pontos fazendo a bola encostar na quadra adversária ou sair da área de jogo após ter sido tocada por um oponente.
Acima da linha central, é postada uma rede de material sintético a uma altura de 2,43m para homens ou 2,24m para mulheres (no caso de competições juvenis, infanto-juvenis e mirins, as alturas são diferentes). Cada quadra é por sua vez dividida em duas áreas de tamanhos diferentes (usualmente denominadas "rede" e "fundo") por uma linha que se localiza, em cada lado, a três metros da rede ("linha de 3 metros").
No voleibol, todas as linhas delimitadoras são consideradas parte integrante do campo. Deste modo, uma bola que toca a linha é considerada "dentro" (válida), e não "fora" (inválida). Acima da quadra, o espaço aéreo é delimitado no sentido lateral por duas antenas postadas em cada uma das extremidades da rede. No sentido vertical, os únicos limites são as estruturas físicas do ginásio.
A bola empregada nas partidas de voleibol é composta de couro ou couro sintético e mede aproximadamente 65cm de perímetro. Ela pesa em torno de 270g e deve ser inflada com ar comprimido a uma pressão de 0,30 kg/cm².
Estrutura
Ao contrário de muitos esportes, tais como o futebol ou o basquetebol, o voleibol é jogado por pontos, e não por tempo. Cada partida é dividida em sets que terminam quando uma das duas equipes conquista 25 pontos. Deve haver também uma diferença de no mínimo dois pontos com relação ao placar do adversário - caso contrário, a disputa prossegue até que tal diferença seja atingida. O vencedor será aquele que conquistar primeiramente três sets.
Como o jogo termina quando um time completa três sets vencidos, cada partida de voleibol dura no máximo cinco sets. Se isto ocorrer, o último recebe o nome de tie-break e termina quando um dos times atinge a marca de 15, e não 25 pontos. Como no caso dos demais, também é necessária uma diferença de dois pontos com relação ao placar do adversário.
Cada equipe é composta por doze jogadores, dos quais seis estão atuando na quadra e seis permanecem no banco na qualidade de reservas. As substituições são limitadas: cada técnico pode realizar no máximo seis por set, e cada jogador só pode ser substituído uma única vez, devendo necessariamente retornar à quadra para ocupar a posição daquele que tomara originalmente o seu lugar.
Os seis jogadores de cada equipe são dispostos na quadra do seguinte modo.
No sentido do comprimento, três estão mais próximos da rede, e três mais próximos do fundo; e, no sentido da largura, dois estão mais próximos da lateral esquerda; dois , do centro da quadra; e dois, da lateral direita. Estas posições são identificadas por números: com o observador postado frente à rede, aquela que se localiza no fundo à direita recebe o número 1, e as outras seguem-se em ordem crescente conforme o sentido anti-horário.
No sentido do comprimento, três estão mais próximos da rede, e três mais próximos do fundo; e, no sentido da largura, dois estão mais próximos da lateral esquerda; dois , do centro da quadra; e dois, da lateral direita. Estas posições são identificadas por números: com o observador postado frente à rede, aquela que se localiza no fundo à direita recebe o número 1, e as outras seguem-se em ordem crescente conforme o sentido anti-horário.
Posicionamento e rotação
No início de cada set, o jogador que ocupa a posição 1 realiza o saque, e, acerta a bola com a mão tencionando fazê-la atravessar o espaço aéreo delimitado pelas duas antenas e aterrissar na quadra adversária. Os oponentes devem então fazer a bola retornar tocando-a no máximo três vezes, e evitando que o mesmo jogador toque-a por duas vezes consecutivas.
O primeiro contato com a bola após o saque é denominado recepção ou passe, e seu objetivo primordial é evitar que ela atinja uma área válida do campo. Segue-se então usualmente o levantamento, que procura colocar a bola no ar de modo a permitir que um terceiro jogador realize o ataque, ou seja, acerte-a de forma a fazê-la aterrissar na quadra adversária, conquistando deste modo o ponto.
No momento em que o time adversário vai atacar, os jogadores que ocupam as posições 2, 3 e 4 podem saltar e estender os braços, numa tentativa de impedir ou dificultar a passagem da bola por sobre a rede. Este movimento é denominado bloqueio, e não é permitido para os outros três atletas que compõem o restante da equipe.
Em termos técnicos, os jogadores que ocupam as posições 1, 5 e 6 só podem acertar a bola acima da altura da rede em direção à quadra adversária se estiverem no "fundo" de sua própria quadra. Por esta razão, não só o bloqueio torna-se impossível, como restrições adicionais se aplicam ao ataque. Para atacar do fundo, o atleta deve saltar sem tocar com os pés na linha de três metros ou na área por ela delimitada; o contato posterior com a bola, contudo, pode ocorrer no espaço aéreo frontal.
Após o ataque adversário, o time procura interceptar a trajetória da bola com os braços ou com outras partes do corpo para evitar que ela aterrisse na quadra. Se obtém sucesso, diz-se que foi feita uma defesa, e seguem-se novos levantamento e ataque. O jogo continua até que uma das equipes cometa um erro ou consiga fazer a bola tocar o campo do lado oponente.
Se o time que conquistou o ponto não foi o mesmo que havia sacado, os jogadores devem deslocar-se em sentido horário, passando a ocupar a próxima posição de número inferior à sua na quadra (ou a posição 6, no caso do atleta que ocupava a posição 1). Este movimento é denominado rodízio.
Líbero
O líbero é um atleta especializado nos fundamentos que são realizados com mais freqüência no fundo da quadra, isto é, recepção e defesa. Esta função foi introduzida pela FIVB em 1998, com o propósito de permitir disputas mais longas de pontos e tornar o jogo deste modo mais atraente para o público. Um conjunto específico de regras se aplica exclusivamente a este jogador.
O líbero deve utilizar uniforme diferente dos demais, não pode ser capitão do time, nem atacar, bloquear ou sacar. Quando a bola não está em jogo, ele pode trocar de lugar com qualquer outro jogador sem notificação prévia aos árbitros, e suas substituições não contam para o limite que é concedido por set a cada técnico.
Por fim, o líbero só pode realizar levantamentos de toque do fundo da quadra.
Por fim, o líbero só pode realizar levantamentos de toque do fundo da quadra.
Caso esteja pisando sobre a linha de três metros ou sobre a área por ela delimitada, deverá exercitar somente levantamentos de manchete, pois se o fizer de toque por cima (pontas dos dedos) o ataque deverá ser executado com a bola abaixo do bordo superior da rede.
Pontos
Existem basicamente duas formas de marcar pontos no voleibol. A primeira consiste em fazer a bola aterrissar sobre a quadra adversária como resultado de um ataque, de um bloqueio bem sucedido ou, mais raramente, de um saque que não foi corretamente recebido. A segunda ocorre quando o time adversário comete um erro ou uma falta.
Diversas situações são consideradas erros:
·A bola toca em qualquer lugar exceto em um dos doze atletas que estão em quadra, ou no campo válido de jogo ("bola fora").
·O jogador toca consecutivamente duas vezes na bola ("dois toques").
·O jogador empurra a bola, ao invés de acertá-la. Este movimento é denominado "carregar ou condução".
·A bola é tocada mais de três vezes antes de retornar para o campo adversário.
·A bola toca a antena, ou passa sobre ou por fora da antena em direção à quadra adversária.
·O jogador encosta na rede com qualquer parte do corpo exceto os cabelos.
·Um jogador que está no fundo da quadra realiza um bloqueio.
·Um jogador que está no fundo da quadra pisa na linha de três metros ou na área frontal antes de fazer contato com a bola acima do bordo superior da rede ("invasão do fundo").
·Postado dentro da zona de ataque da quadra ou tocando a linha de três metros, o líbero realiza um levantamento de toque que é posteriormente atacado acima da altura da rede.
·O jogador bloqueia o saque adversário.
·O jogador toca consecutivamente duas vezes na bola ("dois toques").
·O jogador empurra a bola, ao invés de acertá-la. Este movimento é denominado "carregar ou condução".
·A bola é tocada mais de três vezes antes de retornar para o campo adversário.
·A bola toca a antena, ou passa sobre ou por fora da antena em direção à quadra adversária.
·O jogador encosta na rede com qualquer parte do corpo exceto os cabelos.
·Um jogador que está no fundo da quadra realiza um bloqueio.
·Um jogador que está no fundo da quadra pisa na linha de três metros ou na área frontal antes de fazer contato com a bola acima do bordo superior da rede ("invasão do fundo").
·Postado dentro da zona de ataque da quadra ou tocando a linha de três metros, o líbero realiza um levantamento de toque que é posteriormente atacado acima da altura da rede.
·O jogador bloqueia o saque adversário.
O saque ou serviço marca o início de uma disputa de pontos no voleibol. Um jogador posta-se atrás da linha de fundo de sua quadra, estende o braço e acerta a bola, de forma a fazê-la atravessar o espaço aéreo acima da rede delimitado pelas antenas e aterrissar na quadra adversária. Seu principal objetivo consiste em dificultar a recepção de seu oponente controlando a aceleração e a trajetória da bola.
Um saque que a bola aterrissa diretamente sobre a quadra do adversário sem ser tocada pelo adversário - é denominado em voleibol "ace", assim como em outros esportes tais como o tênis.
No voleibol contemporâneo, foram desenvolvidos muitos tipos diferentes de saques:
·Saque por baixo ou por cima: indica a forma como o saque é realizado, ou seja, se o jogador acerta a bola por baixo, no nível da cintura, ou primeiro lança-a no ar para depois acertá-la acima do nível do ombro. A recepção do saque por baixo é usualmente considerada muito fácil, e por esta razão esta técnica não é mais utilizada em competições de alto nível.
·Jornada nas estrelas: um tipo específico de saque por baixo, em que a bola é acertada de forma a atingir grandes alturas (em torno 25 metros). O aumento no raio da parábola descrito pela trajetória faz com que a bola desça quase em linha reta, e em velocidades da ordem de 70km/h. Popularizado na década de 1980 pela equipe brasileira, especialmente pelo ex-jogador Bernard Rajzman, ele hoje é considerado ultrapassado, e já não é mais empregado em competições internacionais.
·Saque com efeito: denominado em inglês "spin serve", trata-se de um saque em que a bola ganha velocidade ao longo da trajetória, ao invés de perdê-la, graças a um efeito produzido dobrando-se o pulso no momento do contato.
·Saque flutuante ou saque sem peso: saque em que a bola é tocada apenas de leve no momento de contato, o que faz com que ela perca velocidade repentinamente e sua trajetória se torne imprevisível.
·Viagem ao fundo do mar: saque em que o jogador lança a bola, faz a aproximação em passadas como no momento do ataque, e acerta-a com força em direção à quadra adversária. Supõe-se que este saque já existisse desde a década de 1960, e tenha chegado ao Brasil pelas mãos do jogador Feitosa. De todo modo, ele só se tornou popular a partir da segunda metade dos anos 80.
·Saque oriental: o jogador posta-se na linha de fundo de perfil para a quadra, lança a bola no ar e acerta-a com um movimento circular do braço oposto. O nome deste saque provém do fato de que seu uso contemporâneo restringe-se a algumas equipes de voleibol feminino da Ásia.
Passe
Passe realizado com manchete
Também chamado recepção, o passe é o primeiro contato com a bola por parte do time que não está sacando e consiste, em última análise, em tentativa de evitar que a bola toque a sua quadra, o que permitiria que o adversário marcasse um ponto. Além disso, o principal objetivo deste fundamento é controlar a bola de forma a fazê-la chegar rapidamente e em boas condições nas mãos do levantador, para que este seja capaz de preparar uma jogada ofensiva.
O fundamento passe envolve basicamente duas técnicas específicas: a "manchete", em que o jogador empurra a bola com a parte interna dos braços esticados, usualmente com as pernas flexionadas e abaixo da linha da cintura; e o "toque", em que a bola é manipulada com as pontas dos dedos acima da cabeça.
Quando, por uma falha de passe, a bola não permanece na quadra do jogador que está na recepção, mas atravessa por cima da rede em direção à quadra da equipe adversária, diz-se que esta recebeu uma "bola de graça".
Manchete
É uma técnica de recepção realizada com as mãos unida e os braços um pouco separados e braços estendidos, o movimento da manchete tem início nas pernas e é realizado de baixo para cima numa posição mais ou menos cômoda, é importante que a perna seja flexionada na hora do movimento, garantindo maior precisão e comodidade no movimento. Ela é usada em bolas que vem em baixa altura, e que não tem chance de ser devolvida com o toque.
É considerada um dos fundamentos da defesa, sendo o tipo de defesa do saque e de cortadas mais usado no jogo de voleibol. É uma das técnicas essenciais para o líbero mas também é empregada por alguns levantadores para uma melhor colocação da bola para o atacante.
Levantamento
O levantamento é normalmente o segundo contato de um time com a bola. Seu principal objetivo consiste em posicioná-la de forma a permitir uma ação ofensiva por parte da equipe, ou seja, um ataque.
A exemplo do passe, pode-se distinguir o levantamento pela forma como o jogador executa o movimento, ou seja, como "levantamento de toque" e "levantamento de manchete". Como o primeiro usualmente permite um controle maior, o segundo só é utilizado quando o passe está tão baixo que não permite manipular a bola com as pontas dos dedos, ou no voleibol de praia, em que as regras são mais restritas no que diz respeito à infração de "carregar".
Também costuma-se utilizar o termo "levantamento de costas", em referência à situação em que a bola é lançada na direção oposta àquela para a qual o levantador está olhando.
Quando o jogador não levanta a bola para ser atacada por um de seus companheiros de equipe, mas decide lançá-la diretamente em direção à quadra adversária numa tentativa de conquistar o ponto rapidamente, diz-se que esta é uma "bola de segunda".
Jogador atacando
O voleibol contemporâneo envolve diversas técnicas individuais de ataque:
·Ataque do fundo: ataque realizado por um jogador que não se encontra na rede, ou seja, por um jogador que não ocupa as posições 2-4. O atacante não pode pisar na linha de três metros ou na parte frontal da quadra antes de tocar a bola, embora seja permitido que ele aterrisse nesta área após o ataque.
·Diagonal ou Paralela: indica a direção da trajetória da bola no ataque, em relação às linhas laterais da quadra. Uma diagonal de ângulo bastante pronunciado, com a bola aterrissando na zona frontal da quadra adversária, é denominada "diagonal curta".
·Cortada ou Remate: refere-se a um ataque em que a bola é acertada com força, com o objetivo de fazê-la aterrizar o mais rápido possível na quadra adversária. Uma cortada pode atingir velocidades de aproximadamente 200km/h.
·Largada: refere-se a um ataque em que jogador não acerta a bola com força, mas antes toca-a levemente, procurando direcioná-la para uma região da quadra adversária que não esteja bem coberta pela defesa.
·Explorar o bloqueio: refere-se a um ataque em que o jogador não pretende fazer a bola tocar a quadra adversária, mas antes atingir com ela o bloqueio oponente de modo a que ela, posteriormente, aterisse em uma área fora de jogo.
·Ataque sem força: o jogador acerta a bola mas reduz a força e conseqüentemente sua aceleração, numa tentativa de confundir a defesa adversária.
·Bola de xeque: refere-se à cortada realizada por um dos jogadores que está na rede quando a equipe recebe uma "bola de graça" (ver passe, acima).
Bloqueio
Bloqueio Triplo
O bloqueio refere-se às ações executadas pelos jogadores que ocupam a parte frontal da quadra (posições 2-3-4) e que têm por objetivo impedir ou dificultar o ataque da equipe adversária. Elas consistem, em geral, em estender os braços acima do nível da rede com o propósito de interceptar a trajetória ou diminuir a velocidade de uma bola que foi cortada pelo oponente.
Denomina-se "bloqueio ofensivo" à situação em que os jogadores têm por objetivo interceptar completamente o ataque, fazendo a bola permanecer na quadra adversária. Para isto, é necessário saltar, estender os braços para dentro do espaço aéreo acima da quadra adversária e manter as mãos viradas em torno de 45-60° em direção ao punho. Um bloqueio ofensivo especialmente bem executado, em que bola é direcionada diretamente para baixo em uma trajetória praticamente ortogonal em relação ao solo, é denominado "toco".
Um bloqueio é chamado, entretanto, "defensivo" se tem por objetivo apenas tocar a bola e deste modo diminuir a sua velocidade, de modo a que ela possa ser melhor defendida pelos jogadores que se situam no fundo da quadra. Para a execução do bloqueio defensivo, o jogador reduz o ângulo de penetração dos braços na quadra adversária, e procura manter as palmas das mãos voltadas em direção à sua própria quadra.
O bloqueio também é classificado, de acordo com o número de jogadores envolvidos, em "simples", "duplo" e "triplo".
Defesa
A defesa consiste em um conjunto de técnicas que têm por objetivo evitar que a bola toque a quadra após o ataque adversário. Além da manchete e do toque, já discutidos nas seções relacionadas ao passe e ao levantamento, algumas das ações específicas que se aplicam a este fundamento são:
·Peixinho: o jogador atira-se no ar, como se estivesse mergulhando, para interceptar uma bola, e termina o movimento sob o próprio abdômen.
·Rolamento: o jogador rola lateralmente sobre o próprio corpo após ter feito contato com a bola. Esta técnica é utilizada, especialmente, para minimizar a possibilidade de contusões após a queda que é resultado da força com que uma bola fora cortada pelo adversário.
·Martelo: o jogador acerta a bola com as duas mãos fechadas sobre si mesmas, como numa oração. Este técnica é empregada, especialmente, para interceptar a trajetória de bolas que se encontram a uma altura que não permite o emprego da manchete, mas para as quais o uso do toque não é adequado, pois a velocidade é grande demais para a correta manipulação com as pontas dos dedos.
Principais competições
Organizadas pela federação internacional (FIVB), as principais competições de voleibol são torneios internacionais que podem ser divididos em dois grupos: grandes eventos que ocorrem em ciclos de quatro anos e eventos anuais, criados a partir da década de 90. De menor importância, mas igualmente tradicionais, são os torneios organizados por cada uma das cinco grandes confederações continentais.O ataque é, em geral, o terceiro contato de um time com a bola. O objetivo deste fundamento é fazer a bola aterrissar na quadra adversária, conquistando deste modo o ponto em disputa. Para realizar o ataque, o jogador dá uma série de passos contados ("passada"), salta e então projeta seu corpo para a frente, transferindo deste modo seu peso para a bola no momento do contato.
Por fim, diversas federações possuem torneios e ligas nacionais, que ganham em prestígio de acordo com o volume de capital investido e a qualidade dos atletas envolvidos.
Entre as principais competições de voleibol, destacam-se:
Internacionais
·Torneio Olímpico de Voleibol: a cada quatro anos, desde 1964
·Campeonato Mundial de Voleibol: a cada quatro anos, desde 1949 (homens) e 1952 (mulheres)
·Copa do Mundo: a cada quatro anos, desde 1965 (homens) e 1973 ( mulheres)
·Liga Mundial: anualmente, desde 1990
·Grand Prix: anualmente, desde 1993
·Copa dos Campeões de Voleibol: a cada quatro anos, desde 1993
·Torneio Olímpico de Voleibol: a cada quatro anos, desde 1964
·Campeonato Mundial de Voleibol: a cada quatro anos, desde 1949 (homens) e 1952 (mulheres)
·Copa do Mundo: a cada quatro anos, desde 1965 (homens) e 1973 ( mulheres)
·Liga Mundial: anualmente, desde 1990
·Grand Prix: anualmente, desde 1993
·Copa dos Campeões de Voleibol: a cada quatro anos, desde 1993
Nacionais
·Superliga (Brasil)
·Liga Nacional de Vôlei (Mundo)
·Superliga (Brasil)
·Liga Nacional de Vôlei (Mundo)
Fonte: wikipédia
História do Vôlei
O vôlei, dinâmico e exigente do ponto de vista físico, foi criado em 1895 curiosamente para os alunos de meia-idade da Associação Cristã de Moços (ACM) da cidade de Holyoke, Massachusetts, nos EUA. O diretor de educação física da unidade, William G. Morgan, considerava o recém-inventado basquete muito extenuante e dedicou-se à criação de um novo esporte, mais leve.
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| William G. Morgan: o criador do voleibol |
No início aquele esporte ficou restrito a cidade de Holpoke e ao ginásio onde Morgan era o diretor. Numa conferência levada a efeito na Universidade de Springfield, entre diretores de educação Física dos Estados Unidos, duas equipes de Holyoke fizeram uma demonstração do esporte há pouco criado. Depois desta demonstração, o voleibol espraiou-se por Springfield e outras cidades de Massachusets e Nova Inglaterra.
Antes de ser volleyball, foi chamado de minonette, não se sabe por quê. Inspirado no tênis, foi nos primeiros dias disputado com uma câmara de bola de basquete, com a rede a 1,98m do chão. Por ser muito leve, a câmara foi substituída pela própria bola, mas seu peso castigava demais as mãos dos jogadores. Para salvar sua invenção, o professor Morgan encomendou uma bola especial à empresa A. G. Spalding & Brothers. Era o impulso necessário para seu desenvolvimento. A internacionalização da novidade, no entanto, só começou, pelo Canadá, após o estabelecimento das primeiras regras, em 1900. Antes, porém, desde 1896, com algumas diferenças, chegou ao Japão por meio da enorme rede da ACM. Do país do sol nascente, espalhou-se para regiões próximas da Ásia.
Em Springfield, o Dr. A.T.Halsted, depois de observar o novo esporte, sugeriu que o seu nome fosse mudado de minonette para voleibol, tendo em vista que a idéia básica do jogo era jogar a bola de um lado para o outro, por sobre a rede, com as mãos.
O primeiro artigo sobre o jogo apareceu publicado no número de julho de 1896 do Physical Education. Seu autor, J.Y.Cameron, de Búfalo, Nova York, escreveu: "O voleibol é um novo jogo, exatamente apropriado para o ginásio ou quadra coberta, mais que pode, também, ser praticado ao ar livre.
Qualquer número de pessoas pode praticá-lo. O jogo consiste em conservar a bola em movimento sobre uma rede alta, de um lado para o outro, e apresenta, assim, as características dos outros jogos, como o tênis e o handebol".
A primeira quadra de voleibol tinha as seguintes medidas: comprimento - 15,35m: largura - 7,625 m. A rede tinha a altura de 1,98m. A bola era feita de uma câmara de borracha coberta de couro ou lona de cor clara e tinha por circunferência 67,5 cm e o seu peso era de 255 a 340 g.
Na América do Sul, o vôlei também chegou pelas mesmas vias. Os missionários norte-americanos Joseph Lockey e José Macknight, ligados à ACM, apresentaram o esporte ao Peru, em 1910, em meio à organização do ensino primário, empreitada para a qual foram contratados pelo governo do país. Também ensinaram basquete e handebol. Dois anos depois, foi a vez do Uruguai.
Essa primeira década do século foi decisiva para que o esporte ganhasse feição própria, com ajustes no regulamento e com a evolução tática. Surge o rodízio (1912), os filipinos criam a cortada (1916), a rede para homens é colocada a 2,43m do chão, adota-se o set de 15 pontos (1917), cada time passa a ter seis jogadores (1918), a jogada é limitada a três toques (1920).
Tradução e Interpretação: Grupo RB
Skate - Modalidades
O skatismo é dividido em 10 modalidades:
Street
Vertical
Banks
Mini-ramp
Freestyle
Downhill-Speed
Downhill-Slide
Slalon
Longboard
Montainboard
Quer conhecer maiores detalhes sobre as modalidades:
Modalidades do Skate - detalhes
Fonte: Confederação Brasileira de Skate
Skate - Regras
Qualquer evento para ser oficializado pela CBSK deverá seguir os seguintes critérios:
- Ter premiação mínima de acordo com o Caderno de Normas específico para a modalidade e categoria;
- A pista de competição nos torneios profissionais deve ser aprovada pela CBSK e pelo Comitê dos competidores profissionais;
- Em eventos profissionais não é permitido nenhum tipo de merchandising da competição ou evento nos competidores, como coletes, camisetas, capacetes especiais e etc;
- Todos os competidores profissionais confederados devem ser comunicados quanto as datas, cronogramas, local, infra-estrutura ou qualquer informação relativa ao um evento profissional, com antecedência mínima de 15 dias;
- O regulamento usado deve ser o oficial da CBSK;
- A competição deve contar com estrutura de descanso, alimetação e hidratação para os skatistas.
- O evento deve contar com estrutura de ambulância e socorro médico de emergência;
- Nas competições profissionais o valor da inscrição é relativo a 1% da premiação com teto pré estabelecido pela CBSK para competições nacionais.
Mais informações sobre regras do Skate:
Fonte: Confederaçõa Brasileira de Skate
Skate História
Várias pessoas afirmam serem os inventores do Skate. O que se sabe é que em torno de 1950, alguns surfistas, em época de maré baixa, queriam se divertir também nas ruas.
Estes inventores começaram com caixas de madeira ou pranchas com rodas de patins fixadas embaixo, o que resultou em vários acidentes. As empresas verificando um possível crescimento nesta área começaram a fabricar plataformas de camadas prensadas de madeira - semelhantes aos decks de skates de hoje. Durante este período o skate era visto como algo a fazer para se divertir depois de surfar.
Em 1963, Skate estava em um pico de popularidade, e empresas como a de Jack, Hobie Makaha começaram a realizar competições de skate. Neste momento, o skate era na sua maioria, slalom e downhill freestyle. Torger Johnson, Woody Woodward e Danny Berer foram alguns skatistas conhecidos neste momento, mas o que fizeram parecia quase completamente diferente do que skateboarding parece hoje! Seu estilo de skate, chamado de "freestyle", é mais como dançar balé ou patinação no gelo com um skate.
Então, em 1965, a popularidade do skateboarding caiu, sendo tratado como modismo temporário e os skatistas tinham que desenvolver seus equipamentos do zero, mas o skate não deixou de ser praticado.
Em 1972, Frank Nasworthy inventou as rodas de uretano, que são semelhantes ao que a maioria dos skatistas usam hoje. Sua empresa foi chamado Cadillac Wheels, ea invenção despertou novo interesse no skate, entre surfistas e outros jovens, fazendo com que em 1975 o esporte tomasse um grande impulso.
No final da década de 70 o skate enfrentou sua segunda queda na popularidade. Os parques públicos skate foram sendo construídos, mas como o skate era considerado uma atividade esportiva perigosa, as taxas de seguro ficaram fora de controle. Este fato, combinado com a queda de popularidade fez com que os skateparks fossem fechando suas portas.
Os skatistas começaram a montar suas próprias rampas em casa e utilizar-se de obstáculos encontrados na rua. A prática do skate estava saindo da categoria de um movimento subterrâneo, e passando a utilizar as ruas como um grandioso skatepark.
Visualizando esta retomada do esporte, pequenas empresas começaram a criar e fabricar o que o consumidor solicitasse, fazendo com que a criatividade apresentasse aos skatistas novos e variados modelos de skates e equipamentos.
Foi também na década de 80, com o surgimento do videocassete, que a prática do skate se popularizou, com seus vídeos de skate revolucionário, encantando com suas manobras. Em 1984 foi lançado o primeiro longa sobre skate.
No final da década de 80 a popularidade do skate caiu novamente, mas de forma menos incisiva, continuando a ser praticado pelas ruas.
Em 1995, a ESPN realizou seu primeiro Extreme Games, em Rhode Island. Esta primeira X Games foi um enorme sucesso, e ajudou a puxar skateboarding mais perto do mainstream, e mais perto de ser aceito pela população em geral. Em 1997 o primeiro Winter X Games foi realizado e foi classificado como "Extreme Sports", tornando o esporte muito popular e amado.
Desde 2000, a atenção dos meios de comunicação e o lançamento contínuo de produtos têm resultado em um maior investimento no esporte, em todos os sentidos.
Hoje, já existe um movimento para transformar o skate em esporte olímpico.
O skate é um esporte individual que nunca parou de evoluir. Hoje os atletas profissionais trabalham para superar todos os limites do corpo e equipamento, melhorando seu desempenho. Em contrapartida as espresas trabalham para tornar estes equipamentos mais leves e fortes para atender estas espectativas.
Fonte: www.about.com
Tradução e adaptação:Equipe Tackle
quinta-feira, 25 de março de 2021
Regras do Rugby
As regras do rugby
Duração da Partida
Cada partida de rugby tem duração de 80 minutos, sendo esses divididos em dois tempos de 40 minutos, excluindo prorrogações e outros prolongamentos.
Arbitragem
Em uma partida pode haver 3 ou 4 árbitros mas, somente um conduz o jogo.
Em campo
A passagem de bola para outro jogador é permitida lateralmente ou recuando. O avanço em campo só é permitido na corrida, onde o jogador pode ser bloqueado (Tackle).
Uma outra jogada é chamada de Maul, onde dois ou mais jogadores se unem para bloquear o atleta com a posse da bola, para recuperá-la para seu time.
Em caso de penalidade há 4 possibilidades:
Punt: chute para frente
Scrum: confronto entre os jogadores de ambas as linhas avançadas
Run: Corrida com a bola
Pênalti
Para penalidades mais graves:
Cartão Amarelo: expulsão do jogador por 10 minutos
Cartão Vermelho: expulsão definitiva do jogador
O vencedor é a equipe com maior número de pontos, no final da partida.
Adaptação: Grupo RB
História do Rugby
Acredita-se que a origem do Rugby se deu através de uma multa por desrespeito às regras do Futebol, quando William Webb Ellis pegou a bola em seus braços e correu com ela em seus braços, dando origem a particularidade do rugby.
Há muito pouco para fundamentar este ponto de vista, mas é, contudo, a opinião popular.
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| Em placa de bronze: 'O garoto local que inspirou o jogo do rugby futebol Na ESCOLA PERTO DE RUGBY IN / 1823. Escultor: GRAHAM IBBSEON / 1997 |
Após este primeiro passo, iniciou-se a elaboração de regras e leis que permitiram o desenvolvimento do jogo em uma base global.
O jogo do futebol jogado em Rugby School (Rugby, Inglaterra), entre 1750 e 1823 permitiu movimentação da bola, mas ninguém foi autorizado a correr com ela em suas mãos em direção ao objetivo. Não havia limite para o número de jogadores em cada lado. A inovação de correr com a bola na escola de Rugby foi introduzido em algum momento entre 1820 e 1830.
Mesmo sendo praticado em vários países e disputado internacionalmente, o Rugby só teve a sua profissionalização em 26 de agosto de 1995, curiosamente 100 anos após a criação da Rugby League. Até este momento o esporte era considerado amador e a sua prática era por amor ao esporte.
Após a sua profissionalização a IRB declara o rugby como esporte "aberto" removendo todas as limitações sobre pagamentos e contratos. O possível motivo dessa decisão se dá ao fato da dificuldade da IRB em controlar o amadorismo no esporte.
Há aqueles que criticam a profissionalização argumentando que ela fez aumentar a qualidade de jogo entre as nações profissionais e não profissionais, o fato é que até hoje em dia muitas uniões ainda relutam contra a profissionalização (como a UAR) e muitas outras ainda limitam a quantidade de clubes e competições profissionais.
No livro de Tomás Mazzoni, “História do Futebol no Brasil” (Edições Leia, 1950) encontra-se a afirmação de que o rugby foi introduzido no Brasil ainda no século XIX:
“O historiador Paulo Varzea afirma que o primeiro clube de esportes (terrestre e ao ar livre) fundado em 1875 pelos Srs. H.L. Wheatley, A. MacMillan, C.D. Simmons, Amaral, Robinson e Cox (…), recebendo posteriormente a denominação de Paissandu Atlético Clube.”
Mazzoni segue dizendo:
“O segundo clube surgido em terra carioca foi o do Clube Brasileiro de Futebol Rugby[13], primeiro a cultivar este esporte no Brasil, fundado em 12 de setembro de 1891”
Mas ao que parece, o rugby tinha outros amantes, tais como Sr. Augusto Shaw e Charles Miller.
Em 1888 organizou-se o primeiro time de rugby em São Paulo o São Paulo Atlético Club famoso como SPAC.”
Porém o desporto só começou a ser praticado com regularidade no país a partir de 1925, em São Paulo, no São Paulo Athletic Club.
Neste mesmo ano, surgiram novas equipes em Santos e no Rio de Janeiro. Em maio de 1926, uma série de jogos interestaduais foram realizados no Brasil.
Com o crescimento da modalidade do país, foi fundada em 6 de Outubro de 1963 a União de Rugby do Brasil (URB), com sede em São Paulo. O idealizador da entidade foi Harry Donavan. Em 1964, a URB idealizou o 3º Campeonato Sul-Americano de Rugby. Na competição, o Brasil foi vice-campeão. Este torneio trouxe novo impulso, surgindo então, pela primeira vez, a categoria juvenil com a formação das equipes do São Paulo Athletic Club, Colégio Liceu Pasteur e Bertioga Rugby Clube.
Atualmente são disputadas várias competições nas categorias masculina e feminina adulta, juvenis e universitárias no país.
Fonte: www.rugbyfootballhistory.com/
www.wikipedia.com.br
Tradução e adaptação:
Grupo RB
www.wikipedia.com.br
Tradução e adaptação:
Grupo RB
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